
Sim, eles estão entre nós
A Microsoft havia liberado a produção do filme de um dos seus jogos de maior sucesso: Halo. Entretanto, meses após o processo ter sido iniciado e envolvido o nome do diretor Peter Jackson (franquia O Senhor dos Anéis), a companhia de Bill Gates voltou atrás e mandou suspender o projeto. Indignado com a decisão, o cineasta resolveu aproveitar os recursos captados com outra película. A sugestão partiu do sul-africano Neill Blomkamp e foi muito bem aceita. O curta feito por ele anos antes viraria um longa. Assim nasceu a ideia do Distrito 9 (District 9), em cartaz a partir de hoje.
A Microsoft havia liberado a produção do filme de um dos seus jogos de maior sucesso: Halo. Entretanto, meses após o processo ter sido iniciado e envolvido o nome do diretor Peter Jackson (franquia O Senhor dos Anéis), a companhia de Bill Gates voltou atrás e mandou suspender o projeto. Indignado com a decisão, o cineasta resolveu aproveitar os recursos captados com outra película. A sugestão partiu do sul-africano Neill Blomkamp e foi muito bem aceita. O curta feito por ele anos antes viraria um longa. Assim nasceu a ideia do Distrito 9 (District 9), em cartaz a partir de hoje.
No filme, uma nave alienígena aparece e pifa sobre a cidade de Johanesburgo, na África do Sul. Depois de um tempo, os humanos decidem invadir a espaçonave e encontram a tripulação passando fome. A população extraterrestre é retirada do veículo e abrigada sob a mesma, em um território que recebeu o nome de Distrito 9.
Porém, as desavenças com os humanos obrigam o governo a mandar os "camarões" - como são pejorativamente chamados - ao recém-criado Distrito 10. A ação de despejo é coordenada por Wikus Von der Merve (Sharlto Copley), da Multi-National United (MNU) - a organização responsável pelo controle dos alienígenas. O problema é que nem todos os visitantes concordam com a retirada.
Quando entrei no cinema para assistir a este filme, esperava um bom longa. No entanto, o que vi na tela foi uma das melhores ficções científicas dos últimos anos. Apesar de contar mais do mesmo, como uma raça alienígena vivendo entre nós ou um vírus vindo do espaço, a produção traz uma narrativa que é só dela. A mistura de documentário e filme, também já utilizada outras vezes, funciona de modo espetacular nas mãos do diretor Blomkamp.
Quanto aos efeitos do filme, são de tirar o chapéu. Os camarões são de um realismo que, em algumas cenas, assusta pela perfeição. Esses recursos somados ao tato de Blomkamp fazem você realmente acreditar naquilo. Os alienígenas não são produtos da ficção, eles existem e estão lá na África.
Outro destaque da película é o ator sul-africano Sharlto Copley. A mudança radical de postura de Wikus do início ao fim da história é um show à parte.
Cotação do filme:
O ingresso está barato.
Confira o trailer:
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