
Eu já vi isso em algum lugar?
Depois de 12 meses cuidando de um esconderijo da CIA, Matt Weston (Ryan Reynolds) não vê a hora de conseguir uma chance para ser promovido a agente de campo. E a oportunidade, literalmente, bate à sua porta quando um dos homens mais procurados em todo o mundo, Tobin Frost (Denzel Washington), é levado para ser interrogado exatamente lá. Porém, o lugar é misteriosamente atacado e Weston, agora, está sozinho contra homens altamente treinados e tendo de proteger um criminoso que fará de tudo para escapar. Com esta premissa e este elenco - sim, este elenco, pois, por incrível que pareça, Ryan Reynolds está bem convincente como o agente que, aos poucos, vai aprendendo as regras do jogo -, você, com certeza, entrará na sala de cinema - o filme Protegendo o inimigo (Safe House) já está em cartaz - esperando um bom longa de espionagem ou, pelo menos, uma ótima película de ação, certo? Meus pêsames, então.
Os problemas do filme são vários. O roteiro, além de não ter novidade alguma, é muito previsível. Você, sem muito esforço, saberá, bem antes da hora, quem morre, quem trai, quem se alia… Mas tudo bem, sua intenção é apenas curtir umas boas cenas de ação para esquecer um pouco dos problemas diários. Então vá na locadora e alugue algum que você já conheça, pois, provavelmente, verá as mesmas cenas. A questão aqui não é que o longa seja parado, não é. Tem muito tiro, correria, briga, perseguições. Entretanto, toda a movimentação parece saída de alguma outra película.
Desejo mais sorte ao diretor Daniel Espinosa nos próximos trabalhos, pois a estreia dele nas terras do Tio Sam não foi nem um pouco digna de recordação.
Confira o trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=qLwwSAqoCy4
Cotação do filme:
O ingresso está caro
Há muito não gasto meu dinheiro - e o que existe de mais valioso na minha vida, o tempo – para assistir a esses filmetes de ação. Depois de Duro de Matar, tudo será repetido, sem originalidade. Às vezes, nem os atores mudam...
ResponderExcluirConcordo em parte. Alguns filmes, além de Duro de Matar, conseguem, pelo menos, surpreender com uma nova cena de ação. O problema é que a maioria nem isso faz.
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